Há pouco, muito pouco,
Partiste em busca de ti mesmo.
O louco, muito louco,
Resiste insiste e sorri, a esmo...
Ah mas é pouco importante ser importante,
Nesse teu mundo habitado por farsantes.
Não me diga qual é o preço,
Não adianta pois tenho os bolsos vazios.
Não preciso do seu apreço,
Pois trago no meu assobio,
A poesia que dorme inquieta,
No calabouço frio do teu peito.
Nenhum comentário:
Postar um comentário